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Charada 01- Devido aos meus grandes avanços econômicos e territoriais no século XIX, hoje sou uma grande     potência universal e todos devem saber meus códigos.

Resposta: A charada se refere, inicialmente, à grande expansão norte americana no século XIX e como os Estados Unidos se tornaram uma grande potência. Sabendo disso e da frase final da charada onde é dito que todos devem os códigos, podemos relacionar esses fatos ao aprendizado da língua inglesa, uma vez que sabemos que ela é universal e obrigatória. Sendo assim, a resposta para a charada é o pavilhão de língua Inglesa.

Charada 02-Fernanda tem que ir a Porto e tem que chegar antes das 10h, mas o próximo trem só chega as 11h, então ela vai ter que ir de navio a vapor, mas ela tem muito medo de água, porque ela não sabe nadar.

Resposta: Piscina. A resposta desta charada está relacionada ao capítulo 16 do livro, onde aborda às transformações tecnológicas que foram acontecendo nos meios de transportes marítimos e ferroviários, que passaram a proporcionar viagens mais seguras e rápidas.

Charada 03- Guilherme foi ao dentista, e ele recebeu a notícia que ele não vai ter os sisos e que ele é uma das poucas pessoas que estão nascendo sem algumas partes do corpo que não tem mais função.

Resposta: Sala de Biologia. O século XIX foi marcado pelas revoluções na área das ciências, principalmente na Biologia, pois suas ideias contribuíram para estudar o homem. Um grande influenciador nessa época foi Charles Darwin que apresentou obras sobre, basicamente, a origem e as evoluções das espécies. A charada fala uma pequena parte sobre a evolução humana, e por isso escolhemos a sala de biologia.

Charada 04-  Antes, na cidade, era difícil me enxergar. Com o tempo, os tubos me ajudaram a tornar isso possível.

Resposta: A charada refere-se às inúmeras técnicas de iluminação desenvolvidas: primeiramente, a mais comum, por óleo vegetal ou animal. Mais pra frente, tornou-se possível obter o gás, o que foi uma verdadeira revolução, sendo responsável por construções de inúmeras companhias ou fábricas de gás distribuído através de extensos tubos subterrâneos, que iluminaram as fábricas, depois as cidades. Lugar da charada: tendo em vista o assunto da charada, referente à iluminação, o lugar é um poste de luz próximo ao pavilhão de metalurgia, que as vezes fica sem iluminação

Charada 05- É causa de muita morte, mas mesmo assim não cansam de tentar utilizar para transporte. No século XIX se aprimoraram para tentarem se adaptar à sua força, mas mesmo assim ainda são prejudicados, principalmente quando ocorrem variações climáticas. Hoje armazenamos essa força.

Resposta: Tendo em vista que a charada se trata de um meio de transporte e que inúmeras vezes pessoas morreram utilizando-o, principalmente, com a ajuda do clima, podemos dizer que a charada fala da água. Sabendo disso e de que ela está sendo armazenada a resposta mais plausível é a Caixa d’agua.

Charada 06-  Acho que a casa, do Marconi é mal-assombrada; escuto vozes vindo de lá, pessoas cantando e até mesmo pessoas rindo, mas ninguém nunca vê pessoas naquele lugar.

Resposta: Estação de rádio. A resposta para essa charada se encontra no capítulo 16 do livro, que aborda as inovações ocorridas a partir da criação da energia eléctrica.

 Essa eletricidade encadeou uma série de tecnologias da comunicação sendo uma delas o rádio que era um equipamento inovador por conseguir transmitir a voz humana e qualquer outro som, a longas distâncias sem a necessidade de fios.

Charada 07- Graças à Deus que existem oficinas para os celeríferos de hoje em dia e que eles hoje viram para os lados e são feitos de metal.

Resposta: A resposta para esta questão se encontra no capítulo 17 do livro didático e é a seguinte: No século XVIII surgiu um veículo de duas rodas, denominada de celerífero, movido sem a ajuda de animais, que andava devido ao impulso das pernas e somente em linha reta. Era rudimentar, mas considerada a primeira bicicleta. O local é a oficina que fica atrás do pavilhão de metalurgia (assim como dito no texto da charada) e cabe aos alunos identificar as associações feitas entre a bicicleta do século XVIII e as bicicletas de hoje em dia que viram para os lados e são feitas de metal.

Charada 08- O sonho de José é ir ao museu do Louvre. Como ele não tem passaporte ainda, ele tem que se contentar com o que tem.

Resposta: Sala de artes de Fred.  Em Paris, obras recusadas pelo salão oficial foram, ironicamente, denominadas de “exposição de impressionistas”, expressão que representou o movimento artístico do final do século XIX. Tal acontecimento foi a primeira manifestação da Arte Moderna a se contrapor frontalmente ao estilo claro-escuro. Esse novo estilo foi consolidado no século seguinte por mestres artísticos como Van Rijn e Diego Velásquez.

Charada 09- O ar não anda muito saudável por aqui e a infecção está avançada. O médico disse, porém, que a causa desta contaminação não era o que se imaginava. A teoria está ultrapassada.

Resposta: A resposta para esta questão se encontra no capítulo 17 do livro didático e é a seguinte: No início do século XIX os médicos acreditavam que a maioria das doenças e infecções eram causadas por miasmas aeróbicos, porém, a ciência avançou tanto naquela época que Louis Pasteur conseguiu comprovar através de experimentos químicos que na verdade o causador da maioria das doenças que antes eram justificadas através dos miasmas eram microrganismos e bactérias. A charada deixa pistas quando fala da infeção e ao afirmar que a teoria (dos miasmas aeróbicos) está ultrapassada. O local é o pavilhão de química devido ao experimento do químico Louis Pasteur.

Charada 10- “Saia daqui!! Lembre-se que hoje em dia cada um de nós tem seu devido espaço. É algo simples, meu caro. Não é nenhum segredo como as centenas que temos nesse local.”

Resposta: Ao relacionar a frase “cada um tem seu espaço” com o capítulo 17 do livro didático, vemos que o espaço individual foi uma conquista do século XIX. Sabendo disso, um exemplo de espaço individual presente na escola, é a sala onde ficam os armários, pois armários são individuais. A charada ainda nos dá uma dica ao falar sobre segredo, algo que se utiliza muito em cadeados para trancar um armário. No caso da charada o personagem que fala está presente nos armários e relaciona os segredos às centenas de cadeados presentes na sala.

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A importância da batata na Revolução Industrial

Por mais improvável que pareça, o cultivo e consumo da batata foi um fator importantíssimo no século XIX, ela ajudou a promover o desenvolvimento econômico, a impulsionar a revolução industrial na Inglaterra , e contribuiu para a adoção do livre comércio na Grã-Bretanha.

Na época, a batata significava uma fonte de grande calorias ,de fácil cultivo, diminuindo a necessidade de trabalhadores no campo, tornando-os disponíveis para o trabalho nas fábricas. A batata promoveu ainda o livre comércio pela contribuição que deu para a abolição das chamadas Corn Laws ( leis que restringiam a importação de grãos para o Reino Unido, protegendo os produtores locais).

Isso aconteceu após a Grande Fome Irlandesa , quando as safras de batatas do país passavam por maus tempos, deixando 1 milhão de irlandese com fome, o que forçou o governo a permitir a importação de alimentos, abrindo caminho para liberalizações em outros setores e fazendo do livre comércio uma política britânica.
Assim podemos observar, no contexto histórico a importância da batata no período da Revolução Industrial.

 

Revolução Farroupilha

Também conhecida como Revolução Farroupilha, A Guerra dos Farrapos foi um conflito regional contrário ao governo imperial brasileiro e com caráter republicano. Ocorreu no atual Rio Grande do Sul e foi a revolta mais longa do período regencial, de 1835 à 1845.
Buscou separar radicalmente a província do Império e implantar um regime republicano. Suas principais causas foram o descontentamento político com o governo imperial brasileiro, a busca por parte dos liberais por maior autonomia para as províncias e a revolta da população com os altos impostos cobrados no comércio de couro e charque, importantes produtos da economia do Rio Grande do Sul naquela época.
A política alfandegária do governo central favorecia os grandes fazendeiros escravistas do Vale do Paraíba, interessados em manter baixo os preços do charque importado, a base da alimentação dos escravos. Também causou insatisfação o fato de o governo regencial ter estabelecido um corpo militar no Sul, sustentado com o dinheiro dos impostos.

Considerando essas medidas uma afronta, os rebeldes, chefiados por Bento Gonçalves, tomaram a capital Porto Alegre, em 20 de setembro de 1835, forçando a retirada das tropas imperiais da região.

O mesmo foi capturado em combate e levado preso para a Bahia. Em 11 de setembro de 1836 é proclamada, pelos revoltosos, a República Rio-Grandense e, mesmo na prisão, os farroupilhas declaram Bento Gonçalves presidente.

Fugiu, em 1837, retomando o comando dos rebeldes e assumindo de fato a presidência da recém-criada República Rio-Grandense.

O governo central não deu trégua, mantendo a pressão contra os revoltosos.

Tempo depois, a Farroupilha se enfraqueceu com as divergências entre seus líderes. Alguns defendiam a autonomia provincial, sem romper com o Império, e outros defendiam a separação definitiva do Rio Grande e a criação de uma república federativa no sul.

Entretanto, o governo central do Império não aceitava que essas províncias se separassem do Brasil. Inicialmente foram tentados acordos diplomáticos para pôr fim à revolta. Mas as medidas não tiveram sucesso.

Em 1842, Luís Alves de Lima e Silva foi nomeado presidente da província e comandante de armas. Combinando medidas repressivas e negociação, conseguiu, após sucessivas vitórias das tropas imperiais, a rendição dos farrapos. Os farroupilhas aceitaram o acordo proposto por Duque de Caxias e a Guerra dos Farrapos terminou. A República Rio-Grandense foi reintegrada ao Império brasileiro.

 

 

Por que se tornou impossível manter o tradicional sistema de relações entre metrópole e colônia?

 

 

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No século XVIII enquanto países como França e Inglaterra estavam se desenvolvendo industrialmente, Portugal e demais países procuravam reforçar suas relações de poder sobre suas colônias.
A Corôa estabelecia uma relação com a colônia de extremo controle, onde ela não poderia, por exemplo, comercializar com demais países e toda sua produção era voltada para a Metrópole.

A expansão dos mercados e a crescente industrialização iniciou a  queda desse sistema, pois industrialmente se produzia exponencialmente mais do que nas colônias o que fazia com que o preço dos produtos fosse mais barato e consequentemente países como Portugal perdesse comércio, uma vez que a produção nas colônias nunca conseguiria competir com a produção industrial.

Pensadores como Adam Smith e Jean Baptiste surgiram em meados de 1776 criticando o sistema colonial principalmente em como era estabelecido os tratados de comércio e o trabalho servil. Jean ainda dizia que as colônias ,na verdade, eram onerosas às metrópoles, tendo em vista que para manutenção das mesmas era necessário custear exércitos, burocracias civis e judiciárias, etc.

A crise do sistema colonial coincidiu com fatos importantíssimos que implicariam na luta dos colonos por sua emancipação como: Crise dos sistemas absolutistas, críticas à igreja e valorização do homem, novos conceitos de nação e leis, princípio da liberdade de todos perante a lei e a valorização da mesma.

Tais acontecimentos ocorridos no famoso período conhecido como Iluminismo foram as bases fundamentais para a independência francesa e posteriormente também para a  independência americana.

Ambas independências que ocorreram através de revoluções foram tidas como base para que os brasileiros buscassem o fim do colonialismo influenciados através de livros de grandes pensadores  como Rousseau e Mostesquieu vindos ilegalmente para o país e donte ideias revolucionárias, que defendiam a igualdade e liberdade das pessoas, incentivavam o fim dos laços entre colônia e metrópole.

 

 

 

Analisando as músicas

Neste bimestre, fizemos atividades que nos permitiam relacionar músicas mais antigas com músicas atuais, referentes à época da Escravidão. Uma delas, escolhida por nós, foi Voz Ativa – Racionais Mc’s.

Relacionamos essa música com a escolhida pelo professor: Americanos – Caetano Veloso.

Na música Voz Ativa, é retratada a grande diferença entre os brancos e negros, e é enfatizado que isso permanece até os dias de hoje. Mesmo depois de 400 anos, as coisas ainda permanecem iguais, quando falamos sobre isso.

Na musica Americanos, é retratada tanto a descriminação com pobres quanto com os negros, e, principalmente, a desigualdade:

“Para os americanos branco é branco, preto é preto (e a mulata não é a tal)
Bicha é bicha, macho é macho
Mulher é mulher e dinheiro é dinheiro”

Nesse trecho e no resto da música podemos observar a grande distinção entre gêneros, classes, raça, algo que também permanece até hoje.

As duas se associam pelo fato de citar o racismo e a desigualdade.

4 Principais rotas de comercio de escravos na África

Existiam quatro principais rotas para o comercio de escravos vindos da África, a primeira delas é a rota da guiné que passava pelo Cabo Verde e ia para o nordeste e norte brasileiro. Os escravos eram trazidos de Guiné-Bissau, Senegal, Mauritânia, Gâmbia, Serra Leoa, Libéria e Costa do Marfim, área a qual era habitada por diversos povos.

A segunda era a rota da mina utilizada para atender a demanda, principalmente, de mão de obra dos canaviais no Brasil e do Caribe. Os escravos vinham de Burkina Faso, Benim, Togo, Nigéria, sul do Níger, Chad, norte do Congo e norte do Gabão.

A terceira era a rota da angola que forneceu cerca de 4 milhões de escravos trazidos em sua maior parte da Angola. Eles foram levados para o nordeste e sudeste do Brasil.

A quarta e última rota era a rota de Moçambique que trazia, diferentemente das outras, escravos da parte oriental da África. Essa rota foi criada devido a pressão que a Inglaterra impôs à Portugal de acabar com o comércio de escravos, então os traficantes foram para a rota menos utilizada, rota de Moçambique. Foi responsável por mais ou menos 25% da população africana do Rio de Janeiro do século XIX.

Mapa das rotas:

Fontes:

http://www.sohistoria.com.br/ef2/culturaafro/p5.php

https://www.geledes.org.br/rota-escravo-licoes-passado-valores-para-o-futuro/

https://www.geledes.org.br/rotas-da-escravidao/

https://conttai.files.wordpress.com/2015/05/mapa-da-rota-do-trc3a1fico-de-escravos-005.jpg(editado)

 

 

A Revolução Inglesa pode ser considerada uma revolução?

Para chegarmos a uma resposta temos que entender primeiro sobre a pergunta e seu contexto, como base temos que chegar a ideia do que seria o termo ”revolução” para Hill e como a sua época influencia as ideias que podem ser consideras revolução.

Para começar vamos citar sobre o livro “Christopher Hill e O Mundo de Ponta-Cabeça: Ideias radicais durante a Revolução Inglesa de 1640″ em que Christopher menciona fatos aceitos para a aceitação da revolução inglesa como revolução. Os fatos são baseados na forma diferente de pensar e de ideias que as pessoas na revolução tinham, fala sobre a ideia da sexualidade e da sua disparidade causada em meio ao mundo de trabalho e social, isso na época seriam ideias mais do que radicais, já que, a época era baseada em grande preconceito em relação a certos ”tabus”, porém podemos perceber por outras opiniões que somente esses ideias não criaram uma revolução inteira, já que essas ideias só foram retomadas como necessárias para a sociedade depois de praticamente dois séculos.

Então podemos considerar que Hill era considerado um dos maiores historiadores marxistas ingleses que tinha uma visão ampla sobre a situação da Inglaterra, e por isso temos que considerar a influência que os acontecimentos do seu tempo podem ter causado em sua visão sobre revolução, passando por um tempo em que os ideias pouco mudavam e que as leis e objetivos da nação sempre eram ditos por uma classe social “maior”, um processo no qual diferentes lados com diferentes ideias se juntam a um só plano contra o rei, além das ideias econômicas, sociais e religiosas tão divergentes. Podemos perceber como essa união em prol do bem causou um impacto gigantesco sobre todo o mundo. Com o ganho do lado burguês sobre o autoritarismo abrimos espaço para a construção de uma nova sociedade, baseada primeiramente a uma economia forte e um mercado amplo, embora com o tempo possamos notar a decadência da ideia de igualdade e da ideia de que não viveríamos mais sobre “castas” sociais. É impossível negar o avanço gigantesco da modernidade sobre a Inglaterra.

Por fim, após toda a análise e a respostas para as perguntas bases, podemos entender facilmente que sim, a “Revolução Inglesa” realmente foi uma revolução, e suas razões para tal são facilmente entendíveis.